Eu não ando…eu danço!

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“Tão antiga quanto o homem, a dança foi inicialmente utilizada para rogar favores aos deuses, homenageá-los, dar vazão a sentimentos pessoais de fé ou expansões ligadas a acontecimentos de grupos sociais, além de proporcionar destreza para a guerra ou para a caça.”


Como nos promórdios a função da dança continua uma forte aliada na expressão além de ser um exercício corporal muito completo.

Para dançar, seja qual for o ritmo, estilo ou modalidade, não basta saber a coreografia. Precisa-se também, de uma série de fatores, que farão existir um envolvimento entre quem dança e a música. Dentre estes fatores, estão principalmente, os canais de percepção. Seu ouvido capta a música, um sentimento é resgatado, você coordena o movimento conforme o ritmo e o projeta a fim de formar uma coreografia. A complexidade exigida do nosso corpo é o que torna tudo ainda mais apaixonante, por que se consegue perceber a evolução. Com o sentimento ativado tudo fica mais fácil, os movimentos saem de forma expontânea e a alegria é garantida.

Dançar libera as endorfinas, também chamadas de hormônio da felicidade, reduz o stress e ajuda em processos depressivos. É inclusiva, para todos os tipos de corpo, cor e credo. E a vida por muitas vezes me convidou para dançar, até eu ouvir seu chamado. Sempre digo e repito que foi o maior presente que eu me dei, além de tudo ajuda na sociabilidade e de quebra você faz muitos amigos.

Nossas aulas são ministradas pela professora Ledmari da Silva, que quando pequena aprendeu os primeiros passos de dança observando as pessoas dançarem em bailes. Insistente tentou fazer aula de dança na escola, mas parou por que seu pai era contra. Com 21 anos, como presente, entrou para a Dança do Ventre. Foi quando verdadeiramente sua paixão despertou, ela foi a fundo e resolveu estudar para poder trabalhar com algo relacionado a dança. Embora tivesse precisado de muita coragem para seguir com o propósito de trabalhar com o que realmente gostava, se formou e na faculdade de Educação Física. “No meu caminho haviam muitas flores, mas também muitos espinhos! Ao mesmo tempo a paixão pela dança era tão grande que continuei, então, vim a procura de tornar mais evidente a minha identidade na dança, fazer o que meu coração mandava e descobrir que dançar era muito além do que eu poderia imaginar” conta Ledmari.

Segue trabalhando, muito satisfeita com a profissão, por que segundo ela não tem nada melhor que fazer o bem para as pessoas que são responsáveis por sua realização profissional.


“A dança é arte, é expressão, é evolução, é se apaixonar a cada dia, é união, é alegria, é para todos, poderia ficar horas escrevendo a representatividade da dança, mas posso resumir dizendo que: Danço com amor todos os dias!” Ledmari da Silva


Para celebrar esse amor que temos pela dança, pelo prazer de dançar e desfrutarmos da companhia uma das outras, nós fizemos um ensaio. Com muito movimento, cor, alegria e divertimento, pois é exatamente o que estes momentos representam para nós.


Beijos Gordosóficos


 

Fotografia: Filocalia Sense

Professora de dança: Ledmari da Silva

4 thoughts on “Eu não ando…eu danço!

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